Para Mario Quintana
Ser poeta é minha maneira de estar só
De trasformar meu silêncio
em poucas palavras
que desprentenciosamente
rabisco num papel em branco
Se se transforamarão em belos versos
Não sei....
Nem me importa
São vindas da alma.
Não quero refletores em meu pálido rosto,
não quero glórias
não quero glórias
Quero a verdade revelada,
a alma exposta, a falta de pudor
Colorir sentimento obscuros
Gritar ao mundo minha voz
Acordar a humanidade adormecida
Em sexo, drogas... desilusões
Ianê Mello
