quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Diamante Bruto



Acalmando a febre que devora
Calando a boca por um doce beijo
Sigo errante vida afora
Em busca do sonho que desejo

Pedras encontro em meu caminhar
Flores eu colho, reconheço espinhos
Tudo na vida vale amar
Semeando a beleza, mesmo que sozinhos

Hoje plantar a semente
Para amanhã colher o fruto
A vida é, para quem sente,
Como lapidar um diamante bruto


Ianê Mello

Um comentário:

Felipe disse...

De novo com um ar geológico esses poemas seus! Hehehe Muito, muito bommm!!! Hehehe