segunda-feira, 24 de maio de 2010

Como o fluir de um rio

Jonh Collier " The Water Nymph "

 

 

Gostaria de poder chorar
e em minhas lágrimas derramar
todo o pranto
em meu peito congelado
em momentos de espanto.
...........................................

 

 
Ianê Mello


8 comentários:

Machado de Carlos disse...

Não Chores


Quando passamos pela noite fria,
E o gelo cai sobre a nossa morada;
Precisamos vicejar a alvorada,
No entanto a dor ainda nos alicia...

Amor, esqueça a passagem sombria;
Deste mundo não levaremos nada!
Olvida aquela hora mal amada.
— Tu és forte p’ra vencer a ventania!

Quando o coração estiver palpitando;
Contempla uma rosa feliz se abrindo,
E, lento, o perfume se revelando...

Verás o lado da vida, que é lindo!
Esquecerás o passado, — Cantando!
Seguirás o teu caminho, — Sorrindo!...

Machado de Carlos

Publicado no Recanto das Letras

Juan Moravagine Carneiro disse...

É complicado quando lágrimas banham nossa realidade e conduzem nosso cotidiano mesmo na presença de certas ausências...

abraço!

Adolfo Payés disse...

Todo un placer pasar a leerte siempre con mucho aprecio...

Un abrazo
Saludos fraternos...

Sonhadora disse...

Minha querida
Eu também gostaria, lindo seu poema.

Beijinhos
Sonhadora

Jairo Cerqueira disse...

Sensibilidade, pragmatismo e sentimento!
Vlw!!!

Solange disse...

lindo..como sempre..
saudade..voltando..
bjs. Sol

Machado de Carlos disse...

Por favor, não publique este comentário:

Eu sei que você não quis moderar o meu comentário. (Não Chores). Não há necessidade, pois entendo que você deve estar passando por algum momento difícil e o meu comentário iria dificulta-la um pouco mais. Nota-se plenamente em seus poemas, com sinais de tristeza. Em diálogos, você também deixou de postar algo que Carlos (Menino Beija-flor), comenta sobre o meu soneto.

Queira me desculpar se eu estiver errado!

Continuamos amigos? Caso a resposta seja sim: Muito Obrigado por tê-la comigo!

Rita Contreiras disse...

A poesia tem o dom de trazer a beleza à tona, mesmo quando o sentimento é melancólico...A liberdade de circular pelos vários caminhos da alma sem deixar-se vencer pela dor, superando a dor, recriando a dor, transformando-a numa nova forma de vida: poética.