segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O Fim da Festa


        Pintura de Pablo Picasso " Pierrot"



Pra que a festa se a tarde cai
e com ela o vento abranda
como suave brisa
Os ruídos já se perdem no poente
onde o sol tímido se esconde
Os tambores já não rufam como outrora
Os brilhos e glamores se vão
e cada qual consigo mesmo,
na solidão do vazio,
encontra o próprio rosto
As máscaras caem ao chão
e por debaixo delas apenas um rosto se mostra...
O único rosto real
E o que fica no fim da festa
é o mais puro cansaço
de um sentimento vão


Ianê Mello

7 comentários:

Adolfo Payés disse...

Dicho y visto así... es el amor


Siempre, siempre , siempre te leo mi querida amiga.. eres especial con tus poemas.


Un abrazo
Con mis
Saludos fraternos de siempre..

Que tengas una semana maravillosa.

HSLO disse...

Poema lindo....



abraços


Hugo

Ianê Mello disse...

Adolfo e Hugo,

Fico feliz que tenham gostado.

Obrigada pela visita.

Grande beijo.

Solange disse...

lindo..parabéns!!
bjs. Sol

Ianê Mello disse...

Obrigada, Sol, você sempre iluminando com seu brilho!

Grande beijo.

reltih disse...

excelente escrito. un gustazo venir siempre hasta tu sitio.

Ianê Mello disse...

Reltih,


é um prazer para mim recebê-lo.

Beijos.