terça-feira, 17 de novembro de 2009

Solitude











                                    A pálida Lua 


                                    Flutua

 
                                    Universo em desencanto.
    
        




                                 Ianê Mello 

 



2 comentários:

Anônimo disse...

Ianê,

Vim agradecer tua visita e comentários.
Teu espaço é de muita sensibilidade.
A citação da Lispector à entrada já diz do que nos aguarda: e toca!

E esta palidez da lua... seria pó de arroz na face negra da noite?!

Linda tua composição.

Beijos.

Katyuscia.

Ianê Mello disse...

Obrigada, querida, pela retribuição de sua visita.

Espero tê-la sempre aqui seguindo por meus labirintos.

Gostei da poética observação quanto a palidez da Lua.

O sentimento de solidão e falta de sentido que por vezes nos acomete é o significado que quis atribuir à esse poema.

Mas gostei da idéia do pó de arroz na face negra da noite dando-lhe um colorido, que nos suscita a idéia da esperança.

Belo...

Beijos de pó de arroz.