sábado, 14 de novembro de 2009

O velho (a)Mar




No navio o porto vislumbrar
onde atracar suas mágoas
velejando sobre as águas
na pureza cristalina
de um nem sempre bravio mar
mas calmaria que encanta
e permite sereno descanso
após grandes tempestades
Porto seguro e firme
parada obrigatória
para as forças recobrar
e novamente se  lançar
em águas não tão serenas
Deixar-se seduzir
pelo canto das sereias
e pelo profundo azul
Recolher a âncora
e atirar-se ao mar
e deixar-se ficar
à deriva...
com o coração quieto
e a alma tranquila




Ianê Mello


4 comentários:

Marcelo Mayer disse...

retirar o peso de nossa profundeza sentimental e resolver viver! belo!!!!!

Ianê Mello disse...

Obrigada, Marcelo, pela sua presença e comentário.

É isso...soltar as amarras.

Beijos

Adolfo Payés disse...

El mar cómplice de la vida..

Precioso..

Un abrazo
Con mis
Saludos fraternos..

Que tengas un buen fin de semana...

Ianê Mello disse...

Paez

Feliz por sua constante presença amiga.


Un abrazo.